Feliz Ano Novo

Inspiração
Em 28 de dezembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

FELIZ ANO NOVO!!

Estamos prestes a começar um novo ano, época de refletir e reconsiderar metas e sonhos, esse período mágico de 365 dias, onde ao final podemos nos renovar e restabelecer forças para novas aventuras.

Bebemos muitos cafés em 2012, alguns fracos e sem graça, mas que valeram pela companhia, outros, fortes e amargos, difíceis de engolir e digerir mas que valeram pela experiência, tivemos também alguns cafés doces e suaves que muitas vezes salvaram nossos dias do caos, todos eles fazem parte de nossas vidas, o que levamos ao final de cada ano é o saldo disso tudo, espero que o seu saldo tenha sido de muitos cafés bons e que em 2013 eles se multipliquem.

Queremos agradecer a todos que de alguma forma participam dessa Turma contribuindo para que possamos tornar o nosso momento do cafezinho mais agradável e descontraído.

Gostaríamos também de agradecer aos nossos parceiros, ICultGen, Super Novo, ComicCity, Moka Clube, Ideal Shop, Conrad Editora e Editora Larousse, obrigado pelo carinho.

Esperamos que em 2013 estejamos juntos novamente, compartilhando experiências e bons cafés, que tenhamos ótimos livros e HQs para ler, excelentes filmes para assistir e muitas conversas para jogarmos fora, afinal desses momentos nossas vidas são construídas, isso tudo é claro, regado a muito café.

Um ótimo 2013 a todos, que seus sonhos se realizem e que suas metas sejam atingidas.

Grande abraço equipe Turma do Café.

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Filme – Um Método Perigoso

Filmes
Em 6 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

“Não desejo suscitar convicções, o que desejo é estimular o pensamento e derrubar preconceitos.” Freud

Ontem no meu blog [malditovivant.net] fiz um post sobre a carreira do virtuoso diretor, David Cronenberg, ele também é diretor de Um Método Perigoso. Neste filme Cronenberg sai do grotesco e vai até o fetichismo e o Parricídio para mostrar a relação dos maiores mestres da Psiquiatria, Carl Gustav Jung [Michael Fassbender] e Sigmund Freud [Viggo Mortensen está majetoso no papel] no meio desta relação temos Sabina Spielren [Com uma excelente atuação de Keira Knightley].


Apesar da figura de Freud, o filme é centrado na relação de Sabina com Jung. Ela fora a primeira paciente em que Jung usou os famosos métodos de Freud, onde o tratamento se dá por meio da conversa com o paciente. O experimento é um sucesso, Jung descobre o real problema de Sabina, que por conta da sua infância violenta, sente um incrível prazer sexual ao por meio da violência [Fetichismo]. Jung é bem eficaz como médico, conseguindo recuperar Sabina e fazendo com que ela consiga ingressar na faculdade, ela por devoção ao seu salvador escolhe a faculdade de psicologia.

O sucesso de Jung por meio da técnica de Freud faz com que os dois marquem um encontro, e assim nasce a amizade entre os dois, Freud vê em Jung a figura de pupilo [e seu futuro sucessor] na mesma via Jung vê Freud como um Pai [Mestre], e Freud age assim mesmo, sempre se distanciando e com um ar de superioridade e se mostrando sempre a frente de seus colegas.

Mesmo Jung sendo um excelente psicanalista, sua vida pessoal não vai tão bem, casado com uma mulher rica, Jung não tem um casamento feliz, como Freud o analisa: ela por ser dominante [financeiramente] castra o ímpeto de Jung na esfera pessoal, Jung só se sente “Homem” na esfera profissional, onde é mestre em sua arte.

Jung entra em conflito após Freud mandar um de seus pacientes, Otto Gross [Vicent Cassel rouba a cena] que também é psicanalista, fora internado pelo seu pai, Jung acaba sendo seduzido pelo ideal Otto [um anarquista em estado de ebulição], que induz Jung a ter um caso com uma de sua paciente mais famosa Sabina. Ele então entra no mundo do fetichismo, no inicio não gostando muito, mas por fim deixando de ser instrumento [de Sabina] para se tornar refém dela.

Com o tempo Jung acaba se sobressaindo e explorando outros campos, isso não agrada seu mestre, ai as discordâncias começam a surgir. Jung não precisa mais de um Mestre, ele tem seu reconhecimento [Parrícidio]. Freud resolve então cortar relações com o pupilo, e isso afeta totalmente Jung, que se afunda em trabalho.

Cronenberg mostra uma direção segura e realista, dando aos atores um ar de naturalidade, mesmo sendo um filme de época. Outro bom acerto do diretor foi a escolha de Keira Knightley, que se mostrou uma atriz bem versátil ao fazer uma Sabina doente e uma Sabina curada. Mostrar a briga de Jung e Freud por cartas é mais um acerto do diretor, as locações dão uma ideia de uma Europa poderosa e rica um retrato fiel da época.

Se for ao cinema, dê uma chance a Cronenberg e veja o mundo da psiquiatria pelos olhos de Jung e Froid.

Hoje tem post lá no malditovivant.net

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Cafés do Brasil no iPad

Tecnologia
Em 5 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Um aplicativo interessante que instalei há alguns dias no iPad, e que merece um review aqui na Turma, foi o Cafés do Brasil. Desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, traz informações de forma lúdica sobre a produção de café no país, e mesmo sendo simples, ainda é interessante para quem gosta de conhecer mais sobre café.

O aplicativo vem em três idiomas (português, inglês e espanhol), conta com um mapa informativo e traz duas galerias, uma de vídeos e outra de imagens. A galeria de vídeos tem somente 3 vídeos (mas mesmo assim deixa o aplicativo mais pesado do que seria, 90,7 mb), enquanto a galeria de imagens tem uma boa quantidade de fotografias, na sua maioria de qualidade condizente com a proposta do aplicativo.

Mas o destaque do aplicativo está mesmo no Mapa das Regiões Produtoras de Café no Brasil, que leva à informações, curiosidades e números sobre a produção em cada um dos estados (Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Paraná e Rondônia), ou às características do café de cada região produtora.

Para quem não conhece as Regiões Produtoras de Café no Brasil, o aplicativo lista as seguintes:
- Café do Sul de Minas
- Café do Cerrado de Minas
- Café da Chapada de Minas
- Café das Matas de Minas
- Café da Mogiana
- Café do Centro-Oeste de São Paulo
- Café das Montanhas do Espírito Santo
- Conilon Capixaba
- Café do Norte Pioneiro do Paraná
- Café do Planalto da Bahia
- Café do Cerrado da Bahia
- Café de Rondônia

O aplicativo ainda permite que se assine uma newsletter de notícias (podendo selecionar as regiões que se tem interesse), mas que infelizmente é entregue por e-mail, e não através do aplicativo. (Obs.: Não cheguei a testar esta função.)

No geral, é um aplicativo de qualidade, e bastante didático, para quem quer saber mais sobre o café brasileiro, e que eu recomendo já que é gratuito. O mesmo está disponível na App Store, somente para o iPad.

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Desfile de Batmóveis

Espressos
Em 3 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

A Warner promoveu um desfile de Batmóveis para promover o filme Batman, o Cavaleiro das Trevas Ressurge que estréia em julho de 2012. Curte o vídeo ai.

 

 

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Três em uma!

Inspiração, Mugs
Em 1 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Todo amante de café ADORA uma caneca! E, quanto mais bonitinha e divertida ela for, melhor. Comigo não é diferente. Na dúvida para me dar um presente? Me dê uma caneca! Essa foi a última que ganhei, ontem, de aniversário. Coisa mais linda!


Ela tem três partes com várias coisinhas legais sobre como você prefere o seu café. O mais legal é que ela vem com uma canetinha, a qual você utiliza para marcar na sua caneca. E, se você quiser que fique marcado para sempre, é só colocar no forno/microondas e pronto. Nunca mais vai sair! Mas eu ainda não tive coragem… hehehe.

Para quem quiser, ela está à venda na Imaginarium. Só não me perguntem o preço… como foi presente, preferi não pesquisar!


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Filme – Os Agentes do destino

Filmes
Em 29 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

“Já fiz todos os cálculos; o destino fará o resto”. Napoleão Bonaparte

 

Prometido para esse mês nos canais Telecine, Os Agentes do destino [2011] é um filme baseado no conto de ficção cientifica do renomado escritor Philip K. Dick [homem por trás de Blade Runner e Minority Report], só que essa adaptação do cinema fugiu um pouco do seu caráter conspiratório e sombrio para cair nas veias românticas.

No filme acompanhamos a vida do jovem político David Norris [Interpretado pelo bom Matt Damon], que tenta a todo custo chegar ao senado americano, mas um erro de seu passado juvenil atrapalhou os seus planos, no mesmo dia de sua derrota, ele acaba conhecendo a misteriosa Elise Sellas [Interpretada pela belíssima Emily Blunt], David acaba se apaixonado por ela, essa paixão acaba motivando David em seu discurso na derrota da campanha.


Um ano se passa e David ainda procura por Elise, em uma manhã qualquer ele acaba pegando o ônibus errado e reencontrando Elise, esse encontro acaba acelerando sua ida ao escritório, onde se depara com algo que não devia ver, homens usando ternos e chapéus com um aparelho estranho ligado ao corpo de seu amigo.

Estes homens são os “Agentes do Destino” que zelam pelo destino de todos os seres vivos da terra, eles interferem em todas as situações, acabando definitivamente com a ideia de livre arbítrio dada pelo “Chefe” [esse termo usado por eles].


Um dos agentes Richarson [Interpretado por John Slaterry de Mad Man] explica como funciona todo o sistema e explica que ele não deveria ter visto aquilo e nem tão pouco reencontrado Elise. E que eles impediriam de que ele visse a garota, por que o relacionamento entre eles colocaria em risco seu futuro, mas David ignora o aviso e tenta a todo custo procurar Elise.


George Noffi, que assina a direção e a adaptação do roteiro, faz um bom trabalho criando um clima de suspense e de incertezas, mas peca um pouco pelo excesso de romance do filme [e do final insosso], e acaba errando novamente ao fugir da teoria conspiratória do conto, mas isso não chega a arruinar o filme. Para o cenário eles escolheu as ruas de Nova York que fazem o filme ficar mais interessante ainda.

As ruas são importantes, porque os Agentes do Destino tem o poder de cruzar as portas e se teleportar para locais diferentes, uma das cenas mais legais é quando David entra no jogo dos agentes inicia uma perseguição frenética que acaba aos pés da Estátua da Liberdade.


Apesar dos erros o filme não chega a ser um desastre, e pode render uma boa diversão, eu que li o conto original, fiquei um pouco decepcionado, mas mesmo assim recomendo o filme que é ideal para se ver a dois.


Não se esqueça de que amanhã tem post lá no malditovivant.net

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iCup

Mugs
Em 28 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Manter o café quente, principalmente nesses ambientes com ar condicionado, é um desafio.

Para nos ajudar o designer Onu Karaalioglu desenvolveu uma caneca, a qual deu o nome de iCup, que pode ser conectada a qualquer dispositivo usb para manter sua bebida aquecida.

O nome iCup não é uma simples coincidência, a caneca possui um logotipo da Apple que funciona como um indicador de temperatura da bebida, sendo azul para frio, laranja para morno e vermelho para quente.

O que acharam, eu acho que ficaria demais na minha mesa :-)


 

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Filme – A Hora do Espanto

Filmes
Em 22 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

“Olhar para o passado é lembrar o melhor e o pior, mas não basta olhar, precisamos  aprender com isso” Ferds

 

Eu sou uma pessoa avessa a remakes, posso fazer uma enorme lista dos remakes que se aproveitou de um velho sucesso e no ato seguinte estragaram o filme, os remakes americanos são uma prova da falência dos estúdios Hollywoodianos, que por conta de toda a crise do setor, tem medo de investir em algo novo. Uma prova disso é a quantidade exorbitante de adaptações de quadrinhos e best-selers.


Mas esse post não é para falar mal da indústria e sim de reverenciar um bom remake. A Hora do Espanto, um clássico de 1985 [ano em que eu nasci], recebeu um remake a altura. Com direção de Craig Gillespie [Do divertido Garota Ideal] o filme mantém a formula do clássico, mas apimenta com novas referências.

Pra quem não assistiu o original, o filme conta a história de um garoto [Charlie] obcecado por filmes de terror e o programa Fright Night, onde o doutor Peter Vincent dá dicas de como matar vampiros ao mesmo tempo em que apresenta clássicos do terror [tivemos algo parecido nos anos 90 com o Cine Trash], Charlie então fica obcecado com a ideia de que seu novo vizinho é um vampiro e busca ajuda de Peter para enfiar uma estaca no peito do seu vizinho.


Esse enredo seria magnífico para um filme dos anos 80, mas já se passaram quase 30 anos, algumas coisas devem ser atualizadas, uma delas é a figura do herói central, que no original era apenas um Nerd, hoje é um ex-nerd que trocou os bons amigos pela popularidade.

Até a namorada de Charlie é atualizada [e pra melhor], Amy, não é mais a namorada incrédula, Amy [Interpretada pela bela Imogem Poots] agora é popular e corajosa, diferente da antiga que só servia de isca.


Peter Vincent [David Tennant de Doctor Who] é o personagem que mais sofreu alterações, agora não é mais um velho e sim um mago charlatão, aos moldes de Criss Angels, e diferente do antigo Peter Vincent, esse tem um passado ligado ao sobrenatural.

“O Vampiro Jerry” [Colin Farrel], ainda é sedutor como o clássico, mas está mais para Machão do que o sedutor europeu, Jerry desta nova versão está mais americano, dirige uma caminhonete, gosta de beber cerveja e faz as próprias reformas em sua casa.


Essas atualizações não fazem o filme perder seu ritmo, pelo contrário, serve de “liga” para manter todo o enredo bem afinado. Outro elemento positivo do filme é o uso da estética clássica do vampiro: Sedução [Colin Farrel pode arrancar suspiros da plateia feminina], sangue e derretimento a luz solar, coisas que a “estética Crepúsculo” destruiu, tornando os vampiros dessa geração, criaturas apaixonadas e dotadas de um brilho “afetado” ao ir de encontro a luz solar [o filme faz até piada sobre isso].


A Hora do Espanto que foi lançada ano passado nos cinemas, chegou as locadoras e merece ser visto, dando provas que alguns remakes merecem respeito.


Amanhã tem post novo no malditovivant.net, aproveite!!!

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Poster do filme do Wolverine?

Espressos
Em 21 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Será esse um poster do novo filme do Wolverine? Talvez sim, talvez não.
O que vocês acham? Eu acho bem possível.

 

Fonte: BeyondHollywood

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Assassin’s Creed: Hitman na antiguidade

Games, Tecnologia
Em 20 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Aviso legal (não de lei, mas para ser camarada, mesmo)

Quando falo de coisas que gosto muito, me empolgo e saio falando coisas que talvez não deveria falar. Então, vou fazer um favor a todos e dizer que essa mega review, pode sim, conter spoilers. Não é minha intenção entregar nada legal do jogo, mas como vou falar do span de todos os jogos até agora, é capaz de falar sobre algo que você ainda não jogou. Tentarei não tirar a graça da história conforme for progredindo, mas se acontecer, peço desculpas aos cuidadosos. Eu ia inicialmente fazer uma única de todos os jogos até agora, mas esta vai encompassar só o primeiro, pois é difícil falar pouco de cada um.

Uma coisa deve ser deixada clara desde o início. A empresa que fez esta série é uma das melhores no ramo, mas que ultimamente tem sido atacada por nerds raivosos por suas constantes medidas invasivas de proteção contra pirataria. Eu mesmo sou contra muitas delas, mas o que quero dizer é que apesar de tudo, a Ubisoft e os estúdios envolvidos fizeram um trabalho incrível nesta série. É um produto feito para vender, sem dúvida alguma, mas eles fizeram algo digno de venda e não apenas mais um lixo comercial. É um jogo com uma história profunda e que prende o jogador de tal forma que por mais que você tenha jogado os três primeiros jogos da série (como eu), você pode estar cansado, mas ainda quer jogar o quarto e não parar mais. Com isso em mente, vamos ao primeiro da série: Assassin’s Creed.

Assassin’s Creed foi o primeiro jogo lançado em novembro de 2007. Inicialmente feito para consoles, ele ganhou um release para PC posteriormente. A premissa era simples: você é um assassino na época das cruzadas e seus inimigos são os templários. É quase um clichê, se não fosse pelo elemento inception por trás tudo. Você não é um assassino na época das cruzadas. Você é um bartender. What? Exato.

No primeiro jogo da série, você acorda em um quarto que mais parece um hospício/prisão do que qualquer outra coisa. Um doutor ou cientista em um jaleco branco aparece, lhe dá bom dia como se fosse um ótimo dia para se acordar em um quarto de um hospício/prisão e diz que você tem muito trabalho pela frente. Um #wtf parece apropriado. Desmond (o seu personagem) pergunta o que está acontecendo. Conversa vai, conversa vem, e você fica sabendo que seus ancestrais eram assassinos. Mais que isso. Como eles eram seus ancestrais, você possui memórias genéticas no seu DNA, mais ou menos como os pássaros que migram que nascem sabendo que tem que migrar. Tudo parece loucura e você jura que o doutor vai dar uma de maluco e dizer que vai transplantar um cérebro de macaco em você até que – bam bam bam baaaam, ele te apresenta o Animus. O Animus é a máquina que lê suas memórias genéticas. E o bom (aham…) doutor quer descobrir algo que está escondido no seu cérebro. O problema é que não é como se fosse um HD e você apenas acessasse os arquivos. Para as coisas fazerem sentido, você precisa reviver as memórias de forma que você possa ir acessando em uma ordem cronológica. E logo você se vê fazendo tudo que seu ancestral assassino, o famoso Altaïr, fez durante a época das cruzadas. Se não bastasse o incrível fator inception, você dá uma de hitman com lâminas escondidas, facas de atirar e outros aparatos muy legais. A história continua e não demora para você descobrir que a corporação que seqüestrou você e quer descobrir algo não é nada mais nada menos que os templários nos tempos de hoje (bam bam bam baaaam).


O assassino.                                                            O bartender.

Momento spoiler que convence o cara a jogar (ou não):
Conforme você vai jogando, você descobre que os templários modernos querem descobrir onde foi escondido um artefato. Quem escondeu o artefato? Supostamente os assassinos na época de Altaïr. O que o artefato é? Apenas algo que, acreditam todos na época das cruzadas, Deus criou. Mais especificamente? A maçã que Eva pegou da árvore no Éden. É de comer? Não, mas ela te dá poderes divinos, como controlar a mente de todo mundo (*HFS).

Agora vamos ao gameplay e outras coisas.

O gameplay do primeiro jogo da série te deixa de cara. Você é praticamente um homem aranha menos as teias. Você sai correndo e escala praticamente qualquer prédio, salta de um para outro enquanto corre pelos telhados e pode se esconder em carroças de feno e outros lugares para fugir de guardas. Como no jogo Hitman, você pode planejar como matar alguns alvos, mas algumas missões devem ser executadas de forma X sempre. Além de quests principais, você pode salvar pessoas que são abusadas por templários e várias outras coisas. O jogo é, de uma forma geral, open ended. Você pode ir aonde quiser e não há muita linearidade (tirando as quests principais). Há cavalos para se movimentar entre as cidades (são três, mais a vila onde fica a fortaleza QG dos assassinos) mais rapidamente. As lutas com guardas são intuitivas e fáceis de controlar. Comandos como bloquear, contra atacar e se esquivar funcionam muito bem, mas quando 10 ou mais guardas vão para cima de você, comece a correr. O jogo é, afinal de contas, para ser jogado de modo stealth.

O visual é simplesmente belíssimo. Não consigo me recordar de outros jogos que mostraram tão fielmente Jerusalém ou Acre como Assassin’s Creed. Áreas pobres de cidades estão cheia de pedintes que se amontoam em cima de você pedindo dinheiro. Você pode jogar dinheiro para saírem do caminho ou empurrá-los e isso humaniza mais o jogo. Em compensação, quando você sobe uma torre bem alta e consegue ver TODA a cidade brilhando ao calorão oriental, você simplesmente fica de cara. É nessa hora que dá mais vontade do que nunca de pegar uma boa xícara de arábica (se é que você me entendeu) e ficar cinco minutos apreciando a vista e descansando as mãos do controle/teclado.

A trilha sonora não deixa a desejar. É o básico que funciona: momentos de fuga e combate, música rápida. Momentos calmos, música calma. Mas é tudo instrumental e combina perfeitamente com todo o cenário. É, provavelmente, um dos pontos cruciais que fazem com que você se sinta em uma Jerusalém do século XIII. O voice acting também é muito bem feito, dando muita fidelidade aos personagens.

Conclusão final:
O primeiro jogo da série DEVE ser jogado. Por mais que nas seqüenciais muita coisa tenha melhorado, é o primeiro Assassin’s Creed que dá o pontapé inicial na história e mostra como tudo começou e porque você vai continuar jogando. O visual, gameplay livre, trilha sonora e a sensação de ser um assassino do bem te faz se sentir como o 47 das antigas. A cinematic de introdução dá uma idéia de como é.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4eMIWt4N9eU&w=560&h=315]

*Holy fucking shit

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