Na semana passada recebi um convite inusitado, participar de uma harmonização de café com queijo. Já havia participado da combinação do queijo com vinho, ou mesmo cerveja, mas nunca com café. Tudo pareceu um pouco estranho,  até que conheci a cozinha experimental da Nestlê e o simpático Eduardo Maya “o entendedor” de queijo e famoso pelo seu evento “Comida di Buteco”.

Para a degustação o Eduardo Maya escolheu onze tipos de queijo, das mais diversas regiões de Minas Gerais [Serro, Campo das Vertentes, Araxá, Serra da Canastra e Cerrado].  Do lado do café, fomos apresentados aos principais produtos da linha Dolce Gusto , o Café Espresso [com intensidade 4], o café intenso [com intensidade 7], o delicioso Café Barista [de intensidade 9] e o impressionante Café Au Lait [que é igualzinho a média da padaria].

Antes de iniciar a melhor parte do evento, Eduardo Maya nos contou um pouco do processo de produção e da real importância do queijo para o sustento da região onde ele é produzido. Logo após esse jogo rápido a diversão começou quando o “Professor” cortou a primeira fatia de queijo e a primeira rodada de café foi servida.

Foi ai que tive a chance de provar o Café Espresso da Dolce Gusto.  Como não se apaixonar pelo sabor, que logo foi harmonizado com o queijo?  O jogo da harmonização a todo o momento rendia uma história divertida, mostrando o clima descontraído do evento.

Na ciranda do café o melhor ainda estava por vir, o encorpado Café Barista – um café de intensidade 9 – que foi harmonizado com o famoso queijo da Serra da Canastra: uma delícia. Deste café que o Eduardo nos mostrou seu experimento.

Ele separou uma peça do queijo da Serra da Canastra e a deixou submersa, em meio ao café barista, durante dez dias. Depois disso o queijo ficou em repouso durante dois dias. Ao final do processo  o queijo ganhou uma pele escura e um sabor marcante.

Apesar de todo esse experimento e a nobreza do queijo da Serra da Canastra, o queijo que mais me chamou a atenção foi o simpático Cabacinha, que tem uma textura mais “emborrachada”,  mas um sabor leve e marcante que na minha opinião combina com todo o tipo de queijo.

Para mim o evento foi um sucesso, além dos cafés, tive o prazer de conhecer também o chá [gelado] de pêssego da Dolce Gusto. Mostrando mais uma vez a jovialidade e a versatilidade da máquina.

Depois de toda essa degustação o malditovivant.net volta ao turma do café na semana que vem para falar sobre cinema, enquanto eu não volto curta o post sobre o show do Red Hot [Clique aqui para ler]