Ingresso Turbinado


Em 15 de Março de 2016
Durante o cafezinho do(a)

Esse ano realmente está favorável para os amantes dos Jogos e Heróis. Temos os lançamentos da DC e Marvel sem contar os filmes baseados em jogos, esse ano teremos o filme do Warcraft e do Assassin’s Creed, sem contar um reboot da série da sensual Lara Croft, só que dessa vez sem Angelina Jolie.

Assassins-Creed

Essa nova geração de Gammers se acostumou a ser mimado sempre que acaba comprando uma edição especial do jogo ou participando da pré-vendas do jogo, em geral esse mimo vem com uma DLC do jogo [uma arma diferente ou mesmo uma roupa para o avatar].

Pensando nisso a Ubisoft em parceria com e o site Kernel [americana] está vendendo kits com ingresso para o filme Assassin’s Creed que vem com uma Besta [em tamanho real] pelo valor de 1.200 Dólares [cerca de 4.000 reais], essa ação de marketing impulsionou o lucro da Ubisoft e a venda dos ingressos para o filme.

large

Além desse kit Premium a Ubisoft pensou em outras opções mais baratas:

Pacote de US$ 600 dólares: inclui o ingresso e uma estátua de 50 centímetros de Aguilar, personagem que protagoniza a história;

Pacote de US$ 120 dólares: inclui o ingresso e um moletom com capuz;

Pacote de US$ 60 dólares: inclui o ingresso e uma Hidden Blade funcional;

Pacote de US$ 25 dólares: inclui o ingresso e uma camiseta;

Pacote de US$ 15 dólares: inclui o ingresso, um relógio de colecionador e tatuagens temporárias.

Essa brincadeira pode estar um pouco longe da nossa realidade, mas ainda é um excelente mimo para os amantes da Franquia. Lembrando que o filme só chega no Brasil em Dezembro.

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Review: Journey


Em 26 de Abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

“O mais bonito de todos os jogos”, talvez possa ser resumido assim um dos destaques da rede de jogos do Playstation, a PSN. Journey é um jogo casual que sai da breviedade do estilo, e tem recebido inúmeros elogios dos seus jogadores. O seu título de “mais bonito” não se encontra apenas nos gráficos, ou na sua simplicidade, mas sim em como ele pode ser emocionante. O interessante é permitir-se participar da história, envolver-se.

(Fonte: thatgamecompany)

O jogo começa no meio de um deserto, e sem a necessidade de maiores explicações, você é apresentado a um personagem envolvente, e já sabe que precisará chegar a um objetivo maior, e que talvez esta seja a sua “jornada”. Com um jogabilidade bastante simples nada precisa de muita explicação. Você simplesmente entra em um universo novo, no qual passará por algumas fases que podem ser jogadas em aproximadamente 2 horas, mas que valem à pena ser estendidas observando cada detalhe do jogo.

Pessoalmente, quando li alguns reviews e vi as primeiras imagens, associei o jogo um pouco ao Limbo do Xbox, porém não vale a comparação, já que são jogos com envolvimentos diferentes.

Journey é exclusivo para o PS3, e pode ser adquirido através da PlayStation Store, por U$14,99. Um bom review em vídeo com cenas de gameplay que mostra algumas imagens do jogo, sem estragar a imersão, pode ser encontrado no canal da IGN, http://www.youtube.com/watch?v=bKqeD7ojynw

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Assassin’s Creed: Hitman na antiguidade


Em 20 de Março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Aviso legal (não de lei, mas para ser camarada, mesmo)

Quando falo de coisas que gosto muito, me empolgo e saio falando coisas que talvez não deveria falar. Então, vou fazer um favor a todos e dizer que essa mega review, pode sim, conter spoilers. Não é minha intenção entregar nada legal do jogo, mas como vou falar do span de todos os jogos até agora, é capaz de falar sobre algo que você ainda não jogou. Tentarei não tirar a graça da história conforme for progredindo, mas se acontecer, peço desculpas aos cuidadosos. Eu ia inicialmente fazer uma única de todos os jogos até agora, mas esta vai encompassar só o primeiro, pois é difícil falar pouco de cada um.

Uma coisa deve ser deixada clara desde o início. A empresa que fez esta série é uma das melhores no ramo, mas que ultimamente tem sido atacada por nerds raivosos por suas constantes medidas invasivas de proteção contra pirataria. Eu mesmo sou contra muitas delas, mas o que quero dizer é que apesar de tudo, a Ubisoft e os estúdios envolvidos fizeram um trabalho incrível nesta série. É um produto feito para vender, sem dúvida alguma, mas eles fizeram algo digno de venda e não apenas mais um lixo comercial. É um jogo com uma história profunda e que prende o jogador de tal forma que por mais que você tenha jogado os três primeiros jogos da série (como eu), você pode estar cansado, mas ainda quer jogar o quarto e não parar mais. Com isso em mente, vamos ao primeiro da série: Assassin’s Creed.

Assassin’s Creed foi o primeiro jogo lançado em novembro de 2007. Inicialmente feito para consoles, ele ganhou um release para PC posteriormente. A premissa era simples: você é um assassino na época das cruzadas e seus inimigos são os templários. É quase um clichê, se não fosse pelo elemento inception por trás tudo. Você não é um assassino na época das cruzadas. Você é um bartender. What? Exato.

No primeiro jogo da série, você acorda em um quarto que mais parece um hospício/prisão do que qualquer outra coisa. Um doutor ou cientista em um jaleco branco aparece, lhe dá bom dia como se fosse um ótimo dia para se acordar em um quarto de um hospício/prisão e diz que você tem muito trabalho pela frente. Um #wtf parece apropriado. Desmond (o seu personagem) pergunta o que está acontecendo. Conversa vai, conversa vem, e você fica sabendo que seus ancestrais eram assassinos. Mais que isso. Como eles eram seus ancestrais, você possui memórias genéticas no seu DNA, mais ou menos como os pássaros que migram que nascem sabendo que tem que migrar. Tudo parece loucura e você jura que o doutor vai dar uma de maluco e dizer que vai transplantar um cérebro de macaco em você até que – bam bam bam baaaam, ele te apresenta o Animus. O Animus é a máquina que lê suas memórias genéticas. E o bom (aham…) doutor quer descobrir algo que está escondido no seu cérebro. O problema é que não é como se fosse um HD e você apenas acessasse os arquivos. Para as coisas fazerem sentido, você precisa reviver as memórias de forma que você possa ir acessando em uma ordem cronológica. E logo você se vê fazendo tudo que seu ancestral assassino, o famoso Altaïr, fez durante a época das cruzadas. Se não bastasse o incrível fator inception, você dá uma de hitman com lâminas escondidas, facas de atirar e outros aparatos muy legais. A história continua e não demora para você descobrir que a corporação que seqüestrou você e quer descobrir algo não é nada mais nada menos que os templários nos tempos de hoje (bam bam bam baaaam).


O assassino.                                                            O bartender.

Momento spoiler que convence o cara a jogar (ou não):
Conforme você vai jogando, você descobre que os templários modernos querem descobrir onde foi escondido um artefato. Quem escondeu o artefato? Supostamente os assassinos na época de Altaïr. O que o artefato é? Apenas algo que, acreditam todos na época das cruzadas, Deus criou. Mais especificamente? A maçã que Eva pegou da árvore no Éden. É de comer? Não, mas ela te dá poderes divinos, como controlar a mente de todo mundo (*HFS).

Agora vamos ao gameplay e outras coisas.

O gameplay do primeiro jogo da série te deixa de cara. Você é praticamente um homem aranha menos as teias. Você sai correndo e escala praticamente qualquer prédio, salta de um para outro enquanto corre pelos telhados e pode se esconder em carroças de feno e outros lugares para fugir de guardas. Como no jogo Hitman, você pode planejar como matar alguns alvos, mas algumas missões devem ser executadas de forma X sempre. Além de quests principais, você pode salvar pessoas que são abusadas por templários e várias outras coisas. O jogo é, de uma forma geral, open ended. Você pode ir aonde quiser e não há muita linearidade (tirando as quests principais). Há cavalos para se movimentar entre as cidades (são três, mais a vila onde fica a fortaleza QG dos assassinos) mais rapidamente. As lutas com guardas são intuitivas e fáceis de controlar. Comandos como bloquear, contra atacar e se esquivar funcionam muito bem, mas quando 10 ou mais guardas vão para cima de você, comece a correr. O jogo é, afinal de contas, para ser jogado de modo stealth.

O visual é simplesmente belíssimo. Não consigo me recordar de outros jogos que mostraram tão fielmente Jerusalém ou Acre como Assassin’s Creed. Áreas pobres de cidades estão cheia de pedintes que se amontoam em cima de você pedindo dinheiro. Você pode jogar dinheiro para saírem do caminho ou empurrá-los e isso humaniza mais o jogo. Em compensação, quando você sobe uma torre bem alta e consegue ver TODA a cidade brilhando ao calorão oriental, você simplesmente fica de cara. É nessa hora que dá mais vontade do que nunca de pegar uma boa xícara de arábica (se é que você me entendeu) e ficar cinco minutos apreciando a vista e descansando as mãos do controle/teclado.

A trilha sonora não deixa a desejar. É o básico que funciona: momentos de fuga e combate, música rápida. Momentos calmos, música calma. Mas é tudo instrumental e combina perfeitamente com todo o cenário. É, provavelmente, um dos pontos cruciais que fazem com que você se sinta em uma Jerusalém do século XIII. O voice acting também é muito bem feito, dando muita fidelidade aos personagens.

Conclusão final:
O primeiro jogo da série DEVE ser jogado. Por mais que nas seqüenciais muita coisa tenha melhorado, é o primeiro Assassin’s Creed que dá o pontapé inicial na história e mostra como tudo começou e porque você vai continuar jogando. O visual, gameplay livre, trilha sonora e a sensação de ser um assassino do bem te faz se sentir como o 47 das antigas. A cinematic de introdução dá uma idéia de como é.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4eMIWt4N9eU&w=560&h=315]

*Holy fucking shit

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The Elder Scrolls V Skyrim


Em 25 de Fevereiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

 

Buenas?!

2011 com certeza foi marcado por diversos títulos de qualidade. Foram tantos que fica difícil escolher qual o melhor.

Independente dessa votação, um deles se destacou pela imersão e, em diversos lugares, despontou como o melhor jogo do ano: Skyrim.

Confesso que gosto de jogos de RPG, mas nunca fui muito viciado pelo gênero. Entretanto, resolvi dar uma chance ao título da Bethesda Softworks e acabei contaminado por esse “vírus”.

Skyrim é o quinto título da série Elder Scrolls, que começou em 1994 e desde aquela época já chamava a atenção pela liberdade dada ao jogador e pela mitologia original que cerca o enredo, fazendo qualquer um trocar um bom filme por horas na frente de um videogame ou computador.

O jogo é tão aclamado que ganhou nota 10 da Famitsu, a mais famosa revista sobre games do oriente. O detalhe é que apenas 18 jogos conseguiram tal façanha, e Skyrim foi o primeiro e único título ocidental da lista.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=PjqsYzBrP-M&w=640&h=360]

 

REVIEW DO JOGO NO PC

  • Visual: Graficamente não é o melhor jogo que você vai encontrar por ai, mas não descarte o título por isso. Não existe sensação mais agradável do que está subindo uma montanha de neve e ver o vento batendo forte na encosta, balançando árvores e arbustos, ou a sensação de sair de uma cidade, caminhar quilômetros e avistar de loooonge , do alto de uma colina, o local visitado. Ou seja, detalhes simples que você não consegue achar em qualquer jogo fazem a experiência ser única. Por vezes me senti cavalgando pela Terra-Média de O Senhor dos Anéis. =)

 

  • Jogabilidade: Você pode escolher entre sua visão em 1ª ou 3ª pessoa. Como todo bom RPG, escolhe e customiza armas, magias, armaduras e tudo relacionado a criação e desenvolvimento do seu personagem. É fantástico o número de combinações disponíveis e eu perderia uma vida aqui os descrevendo. Outro destaque é a liberdade que você tem para fazer qualquer coisa, contanto que assuma suas consequências. Por exemplo: você pode matar um camponês para roubar seus suprimentos, mas prepare-se para que a família do cara busque você no cenário para se vingar.

 

  • Conteúdo: A história tem início 200 anos depois do título anterior. Ou seja, jogadores de Elder Scrolls IV vão receber easter eggs, enquanto os jogadores novos vão curtir uma aventura do zero, mas sem precisar se perderam algo relevante da história. O rei da província de Skyrim é assassinado, e isso gera uma guerra civil no continente inteiro. Em meio ao caos, dragões voltam a assombrar o local e ameaçam destruir tudo. Pra sorte de todos, de tempos em tempos, surgem guerreiros que podem absorver a alma dos dragões e matá-los, e, coincidentemente, esse guerreiro é você.


  • Contras: Bugs, bugs, bugs. Existem milhares deles. Dos mais simples aos mais toscos, e que acabam com a imersão em segundos. Mas acredite: tudo é tão bom que logo você esquece eles, e, com o tempo, passa a ignorá-los. (nota: atualizações são lançadas periodicamente e estão acabando com boa parte dessas imperfeições).

  • Com café? Acho que nada combinada tão bem com Skyrim quanto um café. Cavalgar por longas e tranquilas planícies é o momento certo para apreciar a bebidinha (pelo menos até aparecer aleatoriamente um dragão lhe atacando). Mas ficam duas dicas: 1) leve uma térmica, pois o jogo leva horas; 2) café extra-forte pega bem, pois você vai entrar madrugadas desvendando as centenas de sidequests e soltandos seus Fus Ro Dah (um dos shout que seu personagem tem e que aparece no vídeo acima).


Em resumo: Skyrim é mais que um jogo, é uma experiência. Em outras palavras, é impossível pegar todo o sentimento dele em um review, somente jogando.

 

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Review: Heavy Rain


Em 11 de Março de 2011
Durante o cafezinho do(a)

Lançado como um dos grandes jogos de 2010, Heavy Rain é um título exclusivo para Playstation 3 que realmente cumpre com toda a expectativa gerada sobre o jogo. Apresenta a história do drama de um personagem decadente e a busca atrás de respostas para uma trama envolvente sobre o "Assassino do Origami".

O jogo cria um universo e consegue te absorver pela jogabilidade proposta, nele você tem liberdade de ações, e as suas decisões irão refletir em um final diferente conforme as suas próprias escolhas. O game ainda consegue aprofundar-se psicologicamente nos personagens, uma vez que são representados muito mais do que simplesmente como “bonecos”, e passam a ser vistos quase como seres verossímeis.

Em alguns momentos o jogo me lembrou The X-Files, do Playstation 1, pela característica de representarem "filmes-jogáveis".

Review do jogo no Playstation 3:

Visual: Um dos muitos pontos positivos do jogo é a beleza visual de cada detalhe das cenas, sendo um dos jogos mais ricos que já joguei no Playstation. E essa característica facilita a absorção do jogador dentro do universo criado (além da magnífica utilização do áudio no envolvimento de cena).

Jogabilidade: Este é o segundo grande ponto de absorção do jogo, pois os controles apresentados pelo título apresentam certas inovações na interação entre o jogador e o personagem, além de exigir diversas vezes uma grande atenção do jogador para realizar as ações.

Conteúdo: A história é muito diferente dos habituais jogos, e realmente apresenta um conceito de "filme-jogável", onde suas ações irão interferir em outras ações e nos finais do jogo. Este não é um jogo para se jogar depois do almoço de família, na tv da sala com todos os parentes falando contigo, mas sim depois das 10 horas da noite, sem nenhuma preocupação ou interrupção, deixando-se absorver pelo universo do game.

Vale observar que Heavy Rain não é um simples jogo de ação, mas sim uma experiência dramática, como por exemplo arrastar-se dentro de um túnel sobre cacos de vidro com o controle vibrando, ou realizar uma tarefa instigante num shopping lotado, com todos os pensamentos que o protagonista estaria imaginando no momento aparecendo ao redor do seu personagem (e isso para mim é muito positivo, já que é um dos únicos títulos em que encontrei esta característica tão bem trabalhada).

Com café? Deixe o café do seu lado, que com certeza será um ótimo acompanhamento para Heavy Rain. A jogabilidade permite apreciar goles durante o jogo sem se preocupar em “morrer” ou derrubar tudo no sofá. Só tenha cuidado com as cenas de ação!!

Trailer Oficial (via VisioGames):

Conheça o site oficial do Heavy Rain: www.heavyrainps3.com

Vale a pena ler o texto sobre o jogo na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Heavy_Rain

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Review: FIFA Soccer 2011


Em 23 de Fevereiro de 2011
Durante o cafezinho do(a)

Um dos jogos mais importantes de todos os tempos é o FIFA Soccer, a famosa série de games de futebol reconhecida imediatamente pelas suas características visuais e de jogabilidade, lançada anualmente pela Eletronic Arts (EA), e que atendeu a praticamente todas as principais plataformas e consoles desde 1994.

Nos últimos anos o jogo enfrentou uma grande batalha com série japonesa Pro Evolution Soccer (Winning Eleven), sua principal concorrente, que ganhou espaço ao apresentar uma alternativa de qualidade para os amantes de jogos de futebol. Entretanto, em 2011, o FIFA Soccer voltou aos tempos de glória, com mudanças significativas que valorizaram muito a jogabilidade através da aproximação com a realidade.

Os jogos de futebol estão muito ligados com a representatividade da realidade, e este sempre foi um grande debate que da literatura editorial da área de games, pois a relativa complexidade de um jogo de futebol deveria ser transmitida para um vídeo-game sem que se perdesse a diversão. Coisa que a atual edição do “FIFA” consegue realizar com êxito.

Como gamer que sempre gostou de jogos de esporte, tive contato com os principais consoles e títulos, e posso dizer que FIFA Soccer 2011 realmente é o melhor jogo de Futebol que já joguei (talvez só perdendo para o clássico atemporal que é o FIFA 1998).

Review do jogo no Playstation 3:

Visual: FIFA Soccer 2011 começa com uma ótima apresentação visual, que merece destaque desde o novo e inusitado menu inicial, até os mínimos detalhes gráficos dos lances. As opções de câmeras do jogo podem adaptar-se a quase todos os estilos de jogadores, dos tradicionais aos mais dinâmicos, característica que deve ser explorada pelos jogadores.

Jogabilidade: Os comandos tradicionais aparecem quase sem alterações, o que facilita muito na hora de jogar, porém vale à pena conhecer mais profundamente todos os comandos detalhados. As opções de jogo são diversas, desde jogos rápidos, aos tradicionais campeonatos, multiplayers on-line, carreira e a opção de jogar como goleiro(!!).

Conteúdo: O conteúdo do jogo é bem distribuído pelas ligas, com a presença de muitos times (até mesmo com o meu Imortal Tricolor dos Pampas). Muitos jogadores possuem “personalidades” autenticas. E o modo carreira associa uma experiência extra ao jogo.

Contras: Até o momento não observei contras significativos no jogo. Exceto o fato de que o rival do Imortal Tricolor não está presente de modo oficial e dessa forma não permitindo que se jogue o clássico gaúcho (hehehe).

Com café? Um café irá muito bem no intervalo da partida, estudando todas as opções dos menus de gerenciamento do seu “squad“, ou então entre 1 partida e outra!

Trailer Oficial (via IGN):

Conheça o site oficial do FIFA Soccer: www.ea.com/soccer/fifa

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Iron Man passeia por Londres.


Em 3 de novembro de 2010
Durante o cafezinho do(a)

Dois amigos resolveram passear por Londres vestidos de uma maneira bem diferente.

 

 

Photos by The Sun

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