Café e Dylan pra começar a semana


Em 13 de Março de 2017
Durante o cafezinho do(a)

E como diz a letra:

One more cup of coffee for the road.
One more cup of coffee for I go,
To the valley below.

Boa estrada para todos

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Café do sol nascente


Em 16 de Abril de 2016
Durante o cafezinho do(a)

Hoje o papo é sobre música, assistindo Sons of Anarchy escutei uma versão de House of the Rising Sun do The Animals que me chamou muito a atenção, a melodia e voz do cara são sensacionais, fui atrás pra descobrir quem era e trata-se de The White Bufallo, ouvi tudo que o cara já gravou e posso dizer é muito bom, reparem que a letra tem pequenas diferenças em relação a original, aproveitem, peguem um café e venham viajar nesse som, mas cuidado pra não derrubar o café com a primeira nota.

House Of The Rising Sun

There is a house in Charming Town
They call the Rising Sun
And it’s been the ruin of many a poor girl
And me, Oh God, I’m one

If I listened to my mama
Lord I’d be home today
But I was young and foolish
Handsome rider led me astray

Go tell my baby sister
Never do what I’ve done
To shun the house in Charming Town
They call the Rising Sun

My Mother, she’s a tailor
She sewed my new blue jeans
My sweetheart he’s a rambler
Lord he rides in old machines

Now the only thing a rambler needs
Is a suitcase and a gun
The only time he’s satisfied
Is when he’s on the run

He fills his chamber up with lead
And takes his pain to town
Only pleasure he gets out of life
Is bringing another man down

He’s got one hand on the throttle
The other on the brake
He’s riding back to Redwood
To own his father’s stake

And me I wait in Charming Town
The game my love has won
I’m staying here to end my life
Down in the Rising Sun

I’m staying here to end my life
Down in the Rising Sun

 

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Clapton The Slowhand


Em 31 de Março de 2015
Durante o cafezinho do(a)

Ontem foi o aniversário do Grande Guitarrista Eric Clapton, os especialistas o colocam como o segundo melhor guitarrista de todos os tempos [perdendo o posto para seu maior fã Hendrix], mas para muitos Clapton é um Deus.

Essa ideia não veio dele e sim dos seus fãs, que escreviam nas paredes nos arredores de Londres. Essa alcunha se confirmaria em 1966 quando ele formaria o primeiro “Powertrio” o Cream. Com seus dois amigos, Jack Bruce e Ginger Baker, o mundo do Rock e do Blues foi transformado.

O Cream durou apenas três anos, mas marcou diversas bandas que viriam depois, como o Black Sabbath, Rush entre outras.

Com o fim do Powertrio, Clapton seguiu um tempo no anonimato, mas retornaria anos depois com um sóbrio trabalho Solo.

Nesses 70 anos Clapton produziu bastante, selecionei algumas cinco canções que são as minhas favoritas, mas se puder adquira o disco Disraeli Gears, o segundo disco do Cream, um dos melhores discos de Rock de todos os tempos.

Cream – Badge – 1969

 

Cream – White Room – 1968 [Vocal Jack Bruce]

 

Eric Clapton – Cocaine – 1976

 

Eric Clapton – Wonderfull Tonight – 1976

Cream – Crossroads – 1968

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Clube dos 27


Em 6 de Abril de 2013
Durante o cafezinho do(a)

Está chegando ao Brasil através da Editora Conrad a série de HQs francesas Le Clube des 27 (O clube dos 27), que retrata a vida de importantes músicos que faleceram coincidentemente aos 27 anos, entre eles Kurt Cobain, Jim Morrison,  Amy Winehouse, Janis Joplin e Jimi Hedrix.

O primeiro volume retrata a vida e carreira da cantora Amy Winehouse,  tem no roteiro os franceses Christopher Goffette e Patrick Eudeline, e desenhos de  Javi Fernandez.

Os desenhos são muito bonitos e a HQ tem um acabamento caprichado, o que já se tornou um padrão da Conrad, como amantes de HQs e música achei sensacional essa junção dos dois mundos.


A HQ está em pré venda na Saraiva, com desconto, vale a pena conferir.

A próxima edição deve trazer o líder do Nirvana, Kurt Cobain, e chega ao Brasil em 2014, já estou ansioso para ler.

 

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Jamaicaderos um ska porteño


Em 4 de setembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Estava passeando pelo centro de Buenos Aires com minha família e eis que temos uma grata surpresa, uma banda de Ska fazendo um baita som, paramos para ouvir por algum tempo e me obriguei a comprar o album dos caras.

A banda em questão chama-se Jamaicaderos, apresentam-se pelas ruas de Buenos Aires, fazem ska, reggae, jazz entre outros ritmos.

 

Depois, pesquisando mais sobre a banda descobri que possuem dois albuns gravados, “Pequeñas imperfecciones” e “Camino libre”, ambos são ótimos, músicas swingadas e de alta qualidade.

O vídeo abaixo foi gravado na rua Defensa, ao lado da Feira de San Telmo (Praça Dorrego), um dos bairros mais tradicionais de Buenos Aires, lar do cartunista Quino e sua Mafalda, que está sempre lá, sentanda em um banco na esquina das Ruas Chile e Defensa.

O outro vídeo foi gravado na Calle Florida, onde encontrei a banda tocando.

Se você for pra Buenos Aires, vale a pena conferir o Facebook dos caras, pra ver onde estarão tocando e curtir, garanto que vale muito a pena.

Você pode ouvir as músicas no MySpace da banda.

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Filme – A Todo Volume


Em 1 de agosto de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Pra mim música tem que ter guitarra, me desculpem os adoradores de batidas tecno, sambistas, etc, mas guitarra é essencial, e é de guitarra que fala o filme “A todo Volume” (It Might Get Loud) de 2009, dirigido pelo documentarista vencedor do Oscar por “Uma Verdade Inconveniente” Davis Guggenheim.

 

Guggenheim chamou Jimmy Page, The Edge e Jack White, representando três gerações de guitarristas com estilos completamente diferentes, para fazer um som e falar da sua paixão pelo instrumento.
O filme inicia de uma forma totalmente inusitada, com Jack White improvisando uma guitarra com alguns pedaços de madeira, uma garrafa de refrigerante, arame e pregos, conhecida como diddley bow, depois de fazer alguns acordes com o instrumento recém construído ele pergunta: “Quem disse que você precisa comprar uma guitarra?”.

A Todo Volume fala de paixão, paixão pela música e pelo instrumento, buscando a história dos guitarristas, tentando mostrar o que levou cada um a criar seu próprio estilo apresentando uma visão desconhecida dos músicos, como a infância de Jack White em Detroit e como essa etapa influenciou no seu som, Jimmy Page parecendo criança ao mostrar sua gigantesca coleção de discos e fazer alguns acordes de “Whole Lotta Love” sob os olhares fascinados de The Edge e Jack White, até mesmo o reservado The Edge, comentando o som horrível que ele e seus colegas faziam na escola e mostrando as fitas cassete que deram origem ao album Josua Tree do U2 de 1987, tudo isso, é claro, com muitas guitarras.

O três se encontram em um estúdio em Los Angeles, cheios de guitarras, discos e um sofá, onde literalmente dão aulas sobre suas influências e estilo, e pra finalizar uma jam session com um hino do rock n’ roll, “The Weight” do The Band, executada com maestria.

Eu como apaixonado por música, guitarras e rock n’ roll, lhes digo uma coisa, o filme é imperdível, um filme para ver e principalmente para ouvir.

 

Blu-ray a venda na Livraria Saraiva.

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Black Label Society no Brasil


Em 9 de julho de 2012
Durante o cafezinho do(a)

2012:

A produtora Top Link Music já confirmou através do seu site a volta do Black Label Society ao Brasil, em turnê com 5 shows, em Porto Alegre, Goiânia, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. As datas e locais podem ser acessadas pelo link, http://www.toplinkmusic.com/pt/tours.php

Show do Black Label Society, em Porto Alegre, Agosto de 2011.

2011:

(Publicado originalmente em 22/11/10)

“Atenção fãs brasileiros do BLS. Estaremos em turnê no Brasil em Maio 2011!”  é o que diz o site do Zakk Wylde em bom portugês.

Por enquanto sem datas, 2011 promete muito Heavy Metal, Iron Maiden, Ozzy, Metallica e Motörhead já confirmados, esperamos mais!!!

Site Oficial Zakk Wylde.

PS. Lembrando, Zakk Wylde é o guitarrista do Ozzy e considerado um dos melhores guitarristas do mundo.

 

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Livro – As Raízes do Rock


Em 19 de junho de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Sempre gostei muito de Blues, principalmente das histórias e lendas que cercam esse gênero musical surgido nas plantações de algodão do delta do Mississipi.

O blues era tocado originalmente com violão, piano ou gaita, e cresceu nos lares negros do sul, nas serrarias, nas prisões, nos campos de lenhadores, nos trens e nas plantações de algodão durante o início do século XX.

Toda essa atmosfera que antecede o Rock n’ Roll e inclui o blues é contada pelo jornalista Florent Mazzoleni com uma riqueza de detalhes incrível no livro recentemente lançado no Brasil pela Companhia Editora Nacional chamado As Raízes do Rock.

O livro aborda a década de 1930 a meados de 1950, passando pelo Boogie Woogie, pelas famosas Orquestras de Jazz, pelo blues, pelo Country, pela música gospel, entre outros diversos estilos que se fundiram dando origem ao Rock n’ Roll.


Temos uma sessão no livro chamada Os Reis do Rock que é um espetáculo a parte, com capítulos dedicados a Bill Halley, Fats Domino, Little Richard, e é claro ao Rei Elvis Plesley, entre outras lendas, tudo isso com muitas fotos que são mais de 300 durante o livro todo, entre shows, capas de discos, recortes de jornais e cartazes promocionais.

O livro As Raízes do Rock conta também toda a evolução cultural e da indústria fonográfica, o crescimento dos grandes selos independentes e o surgimento dos discos de 45 rotações e dos transistores. As mudanças culturais pelas quais o mundo passava, os Estados Unidos vivendo uma época de prosperidade econômica com o final da Segunda Guerra Mundial, a luta dos negros por seus direitos e como todos esses acontecimentos influenciaram a música.

 

Posso dizer sem dúvidas que o livro é essencial para que curte música e quer conhecer um pouco mais de como o rock, o blues, o country, o jazz e outras vertentes mudaram o mundo e até hoje embalam sonhos.

Livro: As Raízes do Rock
Autor: Florent Mazzoleni
Editora Nacional
Páginas; 224

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Let’s Rock nem tão rock assim


Em 23 de Maio de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Maior exposição de rock da América Latina, a Let’s Rock abriu suas portas no Brasil no dia 4 de abril, bem a data do meu aniversário. Sou ligada nessas coisas de data e achei que, talvez, pudesse ter algum significado especial – tolice. Como tinha uma viagem programada a São Paulo no dia 13, a exposição logo entrou no roteiro.

Quando chegou dia 15, domingo, acho que eu era a mais empolgada do grupo de amigos para a visita. R$ 20? Paguei, rindo ainda. Muito bem estruturada na Oca, no Parque do Ibirapuera, a exposição proporciona uma verdadeira viagem ao mundo do rock n’ roll, a nível mundial, desde quando o estilo surgiu, passando pelas fases de transição e chegando aos dias atuais.


Porém, dizem por aí que nada é perfeito e com a Let’s Rock não foi diferente. Confesso que me decepcionei um pouco – ok, na hora fiquei revoltada, mas hoje considero uma leve decepção – com a falta de algumas fotografias e o excesso de outras. Por exemplo, Jim Morrison. Além da presença na linha do tempo e na salinha dos anos 60, não vi nenhuma fotografia grande pendurada do falecido vocalista do The Doors – muito menos da banda.

Já da Pitty, umas cinco. Tudo bem, ainda considero Pitty uma referência no rock atual brasileiro. Mas compare sua importância com a do The Doors? Na sequência, me vem outras várias fotografias do NX Zero. Melhor não comentar. E, pasmem, uma da Mallu Magalhães. Bem grande e bonita. Ok, Mallu é considerada (não por mim) uma revelação, namora Marcelo Camelo e tudo o mais… mas será que ela merecia MESMO uma fotografia daquele tamanho, onde não havia nem do Metallica, nem do The Doors?

E mais, eu como fã não pude deixar de notar. Cadê Alanis Morissette? Muitos vão dizer que a cantora canadense é adepta do pop, mas se derem um pulinho no anos 90 verão que a história não é bem assim. E mesmo se fosse, se Mallu Magalhães teve seu espaço, porque não Alanis? Isso me deixou realmente revoltada. Quando encontrei a fotografia do James Hetfield, líder do Metallica, em um canto dentro da lojinha de souvenirs, me acalmei. Mas que ele merecia mais destaque, merecia.


Resumindo, apesar das minhas frustrações pessoais, a exposição vale a pena. Quem se interessar, ainda dá tempo. A Let’s Rock fica no Ibirapuera até o dia 27 de maio, próximo domingo. Para quem é músico e curte uma guitarra, há um espaço onde há vários instrumentos para brincar, tocar, tirar fotos. Muito bacana. E, no penúltimo andar, há uma exposição de objetos de vários artistas – brasileiros e estrangeiros. Um mergulho mesmo na história do rock mundial.

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Dio, 2 anos


Em 16 de Maio de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Hoje, 16 de maio, completam-se dois anos da morte de um dos maiores vocalistas do Heavy Metal, Ronnie James Dio, que com seu carisma e extremo talento teve grande contribuição para a música, além de também ser associado à criação do Maloik, “m/”.

Querido por quase todos os apreciadores do Metal, selecionamos alguns vídeos e links sobre o “Rei do Metal”.

 

Site oficial

http://www.ronniejamesdio.com/

Arquivo de notícias sobre Dio

No Whiplash há um grande arquivo de notícias em português sobre o Dio.

E vídeos…

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