De’Longhi e seu amor pelo Café


Em 3 de junho de 2016
Durante o cafezinho do(a)

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Na semana passada nós fomos convidados a conhecer o Louge do Barista, idealizado pelos arquitetos Olegário de Sá e Gil Cioni, feito especialmente para a De’Longhi dentro da Casa Cor. Dentro do louge tivemos degustações de grãos especiais, como os da fazenda Santa Mônica e da FafCoffes. Grãos que pretendemos mostrar aqui no Blog mais para frente.

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Mas a estrela do evento foi a nova linha de máquinas da De´Longhi. São dois novos modelos: PERFERCTA S [Preta ou Prata com vermelho] e a MAGNIFICA S PRONTO CAPPUCCINO.

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Não são máquinas comuns, são Superautomaticas.

Máquinas que fazem a experiência do café a mais próxima possível de um Barista profissional, tudo isso sem sair de casa. Tornando a máquina ideal, tanto para a sua casa como para a sua empresa.

O mais legal é que mesmo sendo uma máquina totalmente automática, ela te permite, fazer ajustes “finos” para deixar o café com sua personalidade e tudo isso com extrema facilidade e praticidade.

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Só de ter facilidade no ajuste da Moagem do café, já é de grande ajuda. Esse é um dos processos mais trabalhosos quando se tem um grão de boa qualidade e qualquer deslize pode estragar o café.

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Diferente da PERFERCTA S a MAGNIFICA S PRONTO CAPPUCCINO, tem um compartimento para o leite que ajuda a fazer a mistura entre o leite e o café, criando um cappuccino homogêneo e de primeira qualidade.

Essas são algumas das novidades que descobrimos no evento, mas em breve traremos um review completo das máquinas.

Voltamos semana que vem.

Imagens: Andrea Benedetti

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Nespresso Prodigio


Em 25 de fevereiro de 2016
Durante o cafezinho do(a)

Volta e meia aparece um gadget relacionado ao café que desperta nossa veia consumista, é o caso da Nespresso Prodigio, nova máquina da Nespresso que estará disponível a partir de março no mercado europeu ao preço de 199€.

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Mas o que a Prodigio tem de tão especial, para apaixonados por tecnologia e café, tudo, ela se conecta ao seu celular e permite controlar a máquina a distância, receber notificações sobre a necessidade de manutenção, descalcificação, controle da quantidade de cápsulas disponíveis e é claro, preparar uma xícara de café a distância ou até mesmo programar a máquina para que extraia seu café favorito no momento que quiser.

Agora é esperar chegar no Brasil.

 

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Dolce Gusto e uma surpresa pra as mães.


Em 15 de abril de 2015
Durante o cafezinho do(a)

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Na manhã de ontem a equipe da Turma do café, foi recebida na cozinha experimental da Nestlé para conhecer os novos produtos da linha Dolce Gusto, que estão chegando especialmente para o dia das mães.

Junto com as novidades, fomos convidados pelo chefe Gentil, a colocar a mão na massa e criar bebidas deliciosas para essa data tão especial [mãe sempre merece mais], mas por enquanto vou falar apenas das novidades da DOLCE GUSTO e a cada sexta vou trazer uma nova receita que aprendemos no evento.

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Para agradar a todos os gostos e a deixar os geminianos cada vez mais indecisos [assim como eu]. A Dolce Gusto apresenta para o dia das mães uma nova cor para a máquina MineMe. Agora na cor Branca que remete tudo a que uma mãe moderna é: Elegante e Versátil.

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Lembrando que a Mine Me é reconhecida com dois prêmios de Design: Red Dot Award e IF Product Design Award.[vencidos em 2014 ano do lançamento da máquina] Além disso a máquina é bela e compacta e segue a nova tendência da família Dolce Gusto, que com o seletor automático, cria a mistura certa entre água e capsula, essa mistura perfeita cria “a bebida certa para o momento certo”.

Você que já faz parte do Clube de Fidelidade Dolce Gusto sempre fique atento as promoções do site: www.nescafe-dolcegusto.com.br

Se ainda não faz parte do clube? Fique atento que a marca sempre cria excelentes promoções de máquinas e capsulas.

Na sexta voltamos com uma deliciosa receita de café.

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GoodBye Nintendo


Em 27 de janeiro de 2015
Durante o cafezinho do(a)

A Nintendo resolveu encerrar suas operações no Brasil, um dos motivos foi o alto custo operacional, o imposto sobre o produto tornava os jogos de Nintendo um dos mais caros do mercado, mas não muito longe dos de Xbox e de Playstation que tem operação direta no Brasil.

Como a Nintendo vai deixar saudades eu compilei os melhores jogos do Super Nintendo, o melhor e mais divertido video game que eu tive na minha vida.

Não que o gráfico do Super Nintendo seja superior ao do XBOX360 [meu console atual], mas a época me ajudou a aproveitar melhor a vida do Super Nintendo.

Eu me lembro como era legal ir a locadora no sábado de manhã e alugar um jogo ou correr até a banca de jornal e comprar a mais nova GamePower e ver as dicas e lançamentos.

Bons Tempos…do Finado Super Nintendo.

Super Metroid

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Primeiro jogo de plataforma da minha vida, e um dos mais difíceis. E na época eu nem sabia que o personagem principal era uma mulher.

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Super Mario Kart

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Esse foi o meu primeiro Cartucho, sempre jogava com o Mario, mas a maior diversão era jogar “de 2” com algum amigo da Praia, e a regra é simples o video game era seu, então nunca perca em casa.

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Star Fox

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A primeira vez que eu joguei foi dois anos antes de ter o Super Nintendo. Na praia você podia pagar por hora e jogar vários jogos, o primeiro que eu joguei foi StarFox e foi uma revolução visual, primeiro pelo uso do SUPERFX [Chip que melhora os gráficos] e depois você era uma raposa que pilotava um caça e tinha que lutar contra um Macaco e tinha colegas de diversas raças [coelho, águia e um Sapo] pra ficar melhor que isso, só se o Fox usasse um tapa olho.

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Demons Crest ou Demons Blazon

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Esse jogo tem uma história engraçada, ganhei de uma mãe de um amigo meu, porque ela achava que o jogo era Satanista. Só porque o personagem principal é um Demônio que precisar reunir as pedras do destino para voltar a ser humano.

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Aladdin

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O jogo era bonito e divertido, e tinha uma boa surpresa pra quem chegava ao final.

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International Superstar Soccer Deluxe

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Me viciei nesse jogo e não foi só eu. E olha que eu nem curtia muito futebol, era um dos cartuchos mais alugados da locadora tanto que tinha 5 cópias. Eu sempre jogava com a Italia, Galfano era melhor que Allejo. E o mais divertido era as tardes com o International e meu amigo Humberto um contra o outro falando besteira e comendo fandangos.

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O Post termina por aqui, mas qual é o seu clássico do Super Nintendo?

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De volta com os clássicos.


Em 24 de setembro de 2014
Durante o cafezinho do(a)

Você se lembra de quando os jogos seguiam a simples lógica da diversão por diversão, e os desafios só eram superados na base da persistência, a palavra save game não existia, e os caderninhos de PASSWORD faziam parte da sua vida de Gamer?

Essa era de Bronze pode voltar, a empresa especialista em hardwares antigos, Analogue lançou para pré-venda [Clique aqui e conheça] o Analogue Nt, uma réplica do popular console da Nintendo dos anos 1980.

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Mesclando a tecnologia do passado e a da atualidade o aparelho tem o mesmo hardware do antigo Nintendinho, mas vem com o avanço desta nova geração levando a tela de tubo, para a qualidade de 1080P, por conta da sua conexão HDMI, trabalhando em FULLHD.

O Analogue NT, possibilita o uso de 4 controles, recurso que na época só poderia ser usado com o famoso adaptador de controle [para quem se lembra, o adaptador era impossível de ser encontrado].

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Essa “arca dos games” aceita os cartuchos originais do Nintendinho e da sua versão Japonesa [que na época era chamada de pirata pelos desinformados] Farmicom, apesar deste lançamento não existe um projeto para o lançamento, ou relançamento de jogos, obrigando aos novos usuários a garimpar nos mercados de pulgas os jogos clássicos.

Além deste pequeno problema o novo-velho console, vai custar em torno de 499,00 dólares, quase o valor de um PS4, isso se você não customizar o aparelho com cores diferentes e incluindo em sua compra um controle Original da Nintendo, com essa customização o aparelho pode chegar a quase 800,00 dólares.

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Quem disse que viver de nostalgia é algo pra todos?

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O Malditovivant, volta na semana que vem com novidades.

 

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Nova Dolce Gusto [Mine Me]


Em 23 de abril de 2014
Durante o cafezinho do(a)

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No inicio do mês o Turma do café, recebeu um convite da equipe da Nescafé, que apresentou receitas e novidades para o dia das Mães, junto com as receitas [Aguarde um novo post] conhecermos a mais nova máquina da família Dolce Gusto, a “Mine Me”.

Depois do sucesso da bela Picollo Adriana Barra [Clique aqui pra ler] a Mine Me, vem como opção mais prática, por conta de seu modelo compacto, [ideal para levar seu café favorito para qualquer lugar], o modelo é tão prático, que pode até ficar na sua mesa de trabalho.

Por conta de seu design, praticidade e tecnologia, o modelo teve seu design premiado pela Red Dot Award 2014 e o IF product Design Award 2014.

Além de ser compacta a máquina segue a nova tendência da família Dolce Gusto, que com o seletor automático, cria a mistura certa entre água e capsula, propiciando uma bebida saborosa. A Mine Me, também surge como opção mais acessível entre as máquinas automáticas da família Dolce Gusto.

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Com todos esses predicados a Mine Me, se torna um presente ideal para o dia das mães, assim como a Picollo Adriana Barra.

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Velopresso


Em 26 de setembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Depois do café no carro agora temos a bicicleta que faz café, essa engenhoca foi desenvolvida pelos estudantes da Royal College of Art de Londres, Amos Campo Reid e Oiva Lasse e se chama Velopresso.

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A bicicleta foi desenvolvida a partir de um velho triciclo e tornou-se uma cafeteria móvel, a água é aquecida por uma caldeira portátil alimentada por uma bomba de gás e teve suas engrenagens adaptadas para que ao pedalar além de impulsionar a bicicleta o grão do café seja moído, é possível preparar um bom espresso, latte ou capuccino.

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A invenção ainda é um protótipo e está em desenvolvimento, a ideia é tornar Velopresso auto sustentável, com combustível desenvolvido e partir da borra de café utilizada e também substituir o aquecimento a gás por energia renovável.

Os designers Reid e Oiva venceram o  Deutsche Bank Award 2012 na categoria Design e o segundo lugar no Pininfarina Design Contest 2012, acredito que em pouco tempo veremos essa invenção nas ruas nos servindo um espresso.

 

 

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Café no carro


Em 19 de julho de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Imagine você parado no trânsito, naquele final de tarde de um dia cansativo, sonhando com um bom espresso, pois a Fiat resolveu atender os seus desejos, a partir de outubro o novo modelo Fiat 500L terá como opcional uma máquina de café espresso Lavazza totalmente integrada ao carro, substituindo o suporte de copo.

Basta colocar água, uma cápsula Lavazza e você terá seu espresso na hora, em qualquer local.

O opcional da Fiata tem gerado alguma preocupação, pois especialistas em segurança alegam que essa pode ser mais uma distração ao motorista, mas a Fiat respondeu dizendo que a máquina Lavazza está bloqueada e só funciona com o carro parado, então ta tudo resolvido, deu vontade de um café, estacione e faça você mesmo.

Espero que essa novidade chegue logo ao Brasil.

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Cafés do Brasil no iPad


Em 5 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Um aplicativo interessante que instalei há alguns dias no iPad, e que merece um review aqui na Turma, foi o Cafés do Brasil. Desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, traz informações de forma lúdica sobre a produção de café no país, e mesmo sendo simples, ainda é interessante para quem gosta de conhecer mais sobre café.

O aplicativo vem em três idiomas (português, inglês e espanhol), conta com um mapa informativo e traz duas galerias, uma de vídeos e outra de imagens. A galeria de vídeos tem somente 3 vídeos (mas mesmo assim deixa o aplicativo mais pesado do que seria, 90,7 mb), enquanto a galeria de imagens tem uma boa quantidade de fotografias, na sua maioria de qualidade condizente com a proposta do aplicativo.

Mas o destaque do aplicativo está mesmo no Mapa das Regiões Produtoras de Café no Brasil, que leva à informações, curiosidades e números sobre a produção em cada um dos estados (Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Paraná e Rondônia), ou às características do café de cada região produtora.

Para quem não conhece as Regiões Produtoras de Café no Brasil, o aplicativo lista as seguintes:
– Café do Sul de Minas
– Café do Cerrado de Minas
– Café da Chapada de Minas
– Café das Matas de Minas
– Café da Mogiana
– Café do Centro-Oeste de São Paulo
– Café das Montanhas do Espírito Santo
– Conilon Capixaba
– Café do Norte Pioneiro do Paraná
– Café do Planalto da Bahia
– Café do Cerrado da Bahia
– Café de Rondônia

O aplicativo ainda permite que se assine uma newsletter de notícias (podendo selecionar as regiões que se tem interesse), mas que infelizmente é entregue por e-mail, e não através do aplicativo. (Obs.: Não cheguei a testar esta função.)

No geral, é um aplicativo de qualidade, e bastante didático, para quem quer saber mais sobre o café brasileiro, e que eu recomendo já que é gratuito. O mesmo está disponível na App Store, somente para o iPad.

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Assassin’s Creed: Hitman na antiguidade


Em 20 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Aviso legal (não de lei, mas para ser camarada, mesmo)

Quando falo de coisas que gosto muito, me empolgo e saio falando coisas que talvez não deveria falar. Então, vou fazer um favor a todos e dizer que essa mega review, pode sim, conter spoilers. Não é minha intenção entregar nada legal do jogo, mas como vou falar do span de todos os jogos até agora, é capaz de falar sobre algo que você ainda não jogou. Tentarei não tirar a graça da história conforme for progredindo, mas se acontecer, peço desculpas aos cuidadosos. Eu ia inicialmente fazer uma única de todos os jogos até agora, mas esta vai encompassar só o primeiro, pois é difícil falar pouco de cada um.

Uma coisa deve ser deixada clara desde o início. A empresa que fez esta série é uma das melhores no ramo, mas que ultimamente tem sido atacada por nerds raivosos por suas constantes medidas invasivas de proteção contra pirataria. Eu mesmo sou contra muitas delas, mas o que quero dizer é que apesar de tudo, a Ubisoft e os estúdios envolvidos fizeram um trabalho incrível nesta série. É um produto feito para vender, sem dúvida alguma, mas eles fizeram algo digno de venda e não apenas mais um lixo comercial. É um jogo com uma história profunda e que prende o jogador de tal forma que por mais que você tenha jogado os três primeiros jogos da série (como eu), você pode estar cansado, mas ainda quer jogar o quarto e não parar mais. Com isso em mente, vamos ao primeiro da série: Assassin’s Creed.

Assassin’s Creed foi o primeiro jogo lançado em novembro de 2007. Inicialmente feito para consoles, ele ganhou um release para PC posteriormente. A premissa era simples: você é um assassino na época das cruzadas e seus inimigos são os templários. É quase um clichê, se não fosse pelo elemento inception por trás tudo. Você não é um assassino na época das cruzadas. Você é um bartender. What? Exato.

No primeiro jogo da série, você acorda em um quarto que mais parece um hospício/prisão do que qualquer outra coisa. Um doutor ou cientista em um jaleco branco aparece, lhe dá bom dia como se fosse um ótimo dia para se acordar em um quarto de um hospício/prisão e diz que você tem muito trabalho pela frente. Um #wtf parece apropriado. Desmond (o seu personagem) pergunta o que está acontecendo. Conversa vai, conversa vem, e você fica sabendo que seus ancestrais eram assassinos. Mais que isso. Como eles eram seus ancestrais, você possui memórias genéticas no seu DNA, mais ou menos como os pássaros que migram que nascem sabendo que tem que migrar. Tudo parece loucura e você jura que o doutor vai dar uma de maluco e dizer que vai transplantar um cérebro de macaco em você até que – bam bam bam baaaam, ele te apresenta o Animus. O Animus é a máquina que lê suas memórias genéticas. E o bom (aham…) doutor quer descobrir algo que está escondido no seu cérebro. O problema é que não é como se fosse um HD e você apenas acessasse os arquivos. Para as coisas fazerem sentido, você precisa reviver as memórias de forma que você possa ir acessando em uma ordem cronológica. E logo você se vê fazendo tudo que seu ancestral assassino, o famoso Altaïr, fez durante a época das cruzadas. Se não bastasse o incrível fator inception, você dá uma de hitman com lâminas escondidas, facas de atirar e outros aparatos muy legais. A história continua e não demora para você descobrir que a corporação que seqüestrou você e quer descobrir algo não é nada mais nada menos que os templários nos tempos de hoje (bam bam bam baaaam).


O assassino.                                                            O bartender.

Momento spoiler que convence o cara a jogar (ou não):
Conforme você vai jogando, você descobre que os templários modernos querem descobrir onde foi escondido um artefato. Quem escondeu o artefato? Supostamente os assassinos na época de Altaïr. O que o artefato é? Apenas algo que, acreditam todos na época das cruzadas, Deus criou. Mais especificamente? A maçã que Eva pegou da árvore no Éden. É de comer? Não, mas ela te dá poderes divinos, como controlar a mente de todo mundo (*HFS).

Agora vamos ao gameplay e outras coisas.

O gameplay do primeiro jogo da série te deixa de cara. Você é praticamente um homem aranha menos as teias. Você sai correndo e escala praticamente qualquer prédio, salta de um para outro enquanto corre pelos telhados e pode se esconder em carroças de feno e outros lugares para fugir de guardas. Como no jogo Hitman, você pode planejar como matar alguns alvos, mas algumas missões devem ser executadas de forma X sempre. Além de quests principais, você pode salvar pessoas que são abusadas por templários e várias outras coisas. O jogo é, de uma forma geral, open ended. Você pode ir aonde quiser e não há muita linearidade (tirando as quests principais). Há cavalos para se movimentar entre as cidades (são três, mais a vila onde fica a fortaleza QG dos assassinos) mais rapidamente. As lutas com guardas são intuitivas e fáceis de controlar. Comandos como bloquear, contra atacar e se esquivar funcionam muito bem, mas quando 10 ou mais guardas vão para cima de você, comece a correr. O jogo é, afinal de contas, para ser jogado de modo stealth.

O visual é simplesmente belíssimo. Não consigo me recordar de outros jogos que mostraram tão fielmente Jerusalém ou Acre como Assassin’s Creed. Áreas pobres de cidades estão cheia de pedintes que se amontoam em cima de você pedindo dinheiro. Você pode jogar dinheiro para saírem do caminho ou empurrá-los e isso humaniza mais o jogo. Em compensação, quando você sobe uma torre bem alta e consegue ver TODA a cidade brilhando ao calorão oriental, você simplesmente fica de cara. É nessa hora que dá mais vontade do que nunca de pegar uma boa xícara de arábica (se é que você me entendeu) e ficar cinco minutos apreciando a vista e descansando as mãos do controle/teclado.

A trilha sonora não deixa a desejar. É o básico que funciona: momentos de fuga e combate, música rápida. Momentos calmos, música calma. Mas é tudo instrumental e combina perfeitamente com todo o cenário. É, provavelmente, um dos pontos cruciais que fazem com que você se sinta em uma Jerusalém do século XIII. O voice acting também é muito bem feito, dando muita fidelidade aos personagens.

Conclusão final:
O primeiro jogo da série DEVE ser jogado. Por mais que nas seqüenciais muita coisa tenha melhorado, é o primeiro Assassin’s Creed que dá o pontapé inicial na história e mostra como tudo começou e porque você vai continuar jogando. O visual, gameplay livre, trilha sonora e a sensação de ser um assassino do bem te faz se sentir como o 47 das antigas. A cinematic de introdução dá uma idéia de como é.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4eMIWt4N9eU&w=560&h=315]

*Holy fucking shit

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