A minha história com uma bebida chamada… café
Ah, o sabor. Doce, ele ajudou e muito para que eu me apaixonasse por essa bebida pretinha chamada café. Cappuccinos, frappuccinos, todas essas variáveis, vieram depois. O café sempre foi o mais importante. Mas não é só de sabor que sua importância existe. Também há os momentos. E que momentos.
Tudo começou em 2006, numa fase da vida que denominamos vestibular. Sei que a maioria já passou por isso. Eu passava pela segunda vez, e apesar de estar tentando passar em um curso relativamente fácil – Jornalismo -, toda dedicação era essencial. Era a segunda e última chance antes de gastar todas as economias em uma faculdade particular.
Noites perdidas iam e viam, e não sei como isso aconteceu, mas de repente não só de apostilas e post-its minha escrivaninha era tomada. Lá estava ela. A xícara. No começo, amarelinha. Depois, a branquinha. Logo eu já tinha uma caneca específica para tal fim. O meu cafezinho, de todas as madrugadas… assim começou o relacionamento que, eu sei, é para sempre.
Com ele, novas paixões vieram. Coleção de canecas. Vício em sites sobre café. Frequentar cafeterias. Mesmo sem conhecer tanto, ele está aqui, não sei ficar sem. Um dia de trabalho não é o mesmo se não tiver tomado minha canequinha básica. As pessoas sempre lembram de mim quando vão à alguma cafeteria. Virou uma marca!
Claro, já tentaram nos separar. Existe uma coisa em nosso corpo chamado estômago. Muito sensível este rapaz… mas eu também sou, e já falei para ele: tente conviver com isso. Você é o único que sempre vai tomar um cafezinho comigo.
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